Jaz, a menina do meu coração. Pálida , com os olhos vazios, perde-se entre os muitos corpos que se amontoam na contagem final. Ninguém quer saber a sua identidade, a sua história, o que aquelas mãos agora pisadas um dia abraçaram.
Bem pequenina, a menina do meu coração, a minha menina esventra-se deste mundo sem poder sentir o sabor de uma conquista, as vertigens de escalar uma montanha.
Leve-a o vento e "espalhe" o que não mais me pertence, o coração da minha menina.
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