Hoje, que vai ser a consoada de Natal, posso adiantar-vos que já gannhei o dia, pus-me a pesquisar músicas no Youtube e não é que estando virada para o lado clássico deliciei-me com, e passo a redundância, deliciosa voz de Josh Groban.....realmente existem muitos talentos por aí e este homem ainda é sinal da qualidade dos jovens. Não é que eu não conhecessesse o seu trabalho, porque já o tinha visto em programas de televisão, mas ainda não lhe tinha prestado muita atenção. Agora vou sem dúvida seguir-lhe o rasto, não apenas aqueles nomes que já estão na praça e já têm 30 e 40 anos de carreira.
Enfim por enquanto era só isto que eu queria por enquanto.
sexta-feira, 24 de dezembro de 2010
terça-feira, 21 de dezembro de 2010
Comeres de Natal
O Natal está a aproximar- se e neste post eu queria revelar-vos um pouco de como é passada a noite da consoada na minha casa e claro o dia de Natal.
Bem, eu acho que como todos os portugueses o dia 24 é sempre muito atarefado, levantamo-nos cedo e enchemos os supermercados, para comprar o bacalhau e essas o que nos falta. Na minha casa, em termos de ceia, não há muito problema porque uma vez que moro ao pé de Espanha e sempre fui muito influenciada pela cultura espanhola a nossa ceia é muito atípica: basicamente são tapas, queijo, camarão, sapateira, caña ( que é uma espécie de presunto, mas melhor), caviar, canapés, depois temos, ovas de cavala e enguias pequenas. Seguem-se então as sobremesas. Todos os anos, temos sempre salada de frutas e normalmente pêras embebidas em vinho, às vezes mousse de chocolate, bolo de iogurte e bolo de bolacha.
No dia 25, a parte mais tradicional que vamos ter é o bacalhau com couves e batata cozida! Temos sempre alguns bombons para nos entreter...mas também não somos daquelas famílias que se deite muito tarde ou que assista à missa do galo.
Antes, abríamos os presentes só à meia-noite e reuníamos toda a família materna, agora é só a minha família, mas continua a ser bom, pelo menos para celebrar o amor entre nós, e comer algo fora do comum.....
Já vos abri um pouco da minha caixinha privada, espero que tenho uma boa consoada
Bem, eu acho que como todos os portugueses o dia 24 é sempre muito atarefado, levantamo-nos cedo e enchemos os supermercados, para comprar o bacalhau e essas o que nos falta. Na minha casa, em termos de ceia, não há muito problema porque uma vez que moro ao pé de Espanha e sempre fui muito influenciada pela cultura espanhola a nossa ceia é muito atípica: basicamente são tapas, queijo, camarão, sapateira, caña ( que é uma espécie de presunto, mas melhor), caviar, canapés, depois temos, ovas de cavala e enguias pequenas. Seguem-se então as sobremesas. Todos os anos, temos sempre salada de frutas e normalmente pêras embebidas em vinho, às vezes mousse de chocolate, bolo de iogurte e bolo de bolacha.
No dia 25, a parte mais tradicional que vamos ter é o bacalhau com couves e batata cozida! Temos sempre alguns bombons para nos entreter...mas também não somos daquelas famílias que se deite muito tarde ou que assista à missa do galo.
Antes, abríamos os presentes só à meia-noite e reuníamos toda a família materna, agora é só a minha família, mas continua a ser bom, pelo menos para celebrar o amor entre nós, e comer algo fora do comum.....
Já vos abri um pouco da minha caixinha privada, espero que tenho uma boa consoada
Lady Antebellum, ( para quem gosta como eu)
Picture perfect memories,
Scattered all around the floor.
Reaching for the phone cause, I can’t fight it any more.
And I wonder if I ever cross your mind.
For me it happens all the time.
It’s a quarter after one, I’m all alone and I need you now.
Said I wouldn’t come but I lost all control and I need you now.
And I don’t know how I can do without, I just need you now.
Another shot of whiskey, can’t stop looking at the door.
Wishing you’d come sweeping in the way you did before.
And I wonder if I ever cross your mind.
For me it happens all the time.
It’s a quarter after one, I’m a little drunk,
And I need you now.
Said I wouldn’t call but I lost all control and I need you now.
And I don’t know how I can do without, I just need you now.
Yes I’d rather hurt than feel nothing at all.
It’s a quarter after one, I’m all alone and I need you now.
And I said I wouldn’t call but I’m a little drunk and I need you now.
And I don’t know how I can do without, I just need you now.
I just need you now.
Oh baby I need you now.
Scattered all around the floor.
Reaching for the phone cause, I can’t fight it any more.
And I wonder if I ever cross your mind.
For me it happens all the time.
It’s a quarter after one, I’m all alone and I need you now.
Said I wouldn’t come but I lost all control and I need you now.
And I don’t know how I can do without, I just need you now.
Another shot of whiskey, can’t stop looking at the door.
Wishing you’d come sweeping in the way you did before.
And I wonder if I ever cross your mind.
For me it happens all the time.
It’s a quarter after one, I’m a little drunk,
And I need you now.
Said I wouldn’t call but I lost all control and I need you now.
And I don’t know how I can do without, I just need you now.
Yes I’d rather hurt than feel nothing at all.
It’s a quarter after one, I’m all alone and I need you now.
And I said I wouldn’t call but I’m a little drunk and I need you now.
And I don’t know how I can do without, I just need you now.
I just need you now.
Oh baby I need you now.
segunda-feira, 20 de dezembro de 2010
Crescimento
Nos contos de fadas tudo é perfeito, toda a gente é bonita, "loira, de olhos azuis", florestas mágicas, casas grandes e jardins labirínticos, mas tudo não passa duma bela história de encantar.
A vida real não é assim... é feita de experiências diárias, umas positivas, outras nem tanto.
O crescimento, custa, custa muito.
Quando nos deparamos com uma porta multifacetada de desafios, que pode mudar a nossa vida, temos medo de falhar tanto ao nível pessoal como relacional, como de amizades ou paixões, enfim da vida em sociedade. Eu tenho medo de falhar, vocês nunca sentiram isso, nunca acharam que o caminho mais fácil era deixar a vida passar ao vosso lado? ( Não que eu pense isso agora, mas já pensei, porque a fuga é sempre mais fácil).
É o passo de viragem na nossa vida, aquele que nos vai tornar responsáveis pelo nosso futuro, pelas pessoas que seremos daqui em diante, mas de repente também sei que não quero desistir, que vou conseguir vislumbrar o sol, mesmo que agora só vislumbre nuvens cinzentas, porque acima de tudo não quero desistir de mim mesma!
A vida real não é assim... é feita de experiências diárias, umas positivas, outras nem tanto.
O crescimento, custa, custa muito.
Quando nos deparamos com uma porta multifacetada de desafios, que pode mudar a nossa vida, temos medo de falhar tanto ao nível pessoal como relacional, como de amizades ou paixões, enfim da vida em sociedade. Eu tenho medo de falhar, vocês nunca sentiram isso, nunca acharam que o caminho mais fácil era deixar a vida passar ao vosso lado? ( Não que eu pense isso agora, mas já pensei, porque a fuga é sempre mais fácil).quinta-feira, 2 de dezembro de 2010
Música de Natal da minha infância
Adeste fideles,
Venite, venite in Bethlehem;
Natum videte,
Regem Angelorum:
Refrain:
Venite adoremus Dominum!
Gestant puellae viscera;
Laeti triumphantes;
Venite, venite in Bethlehem;
Natum videte,
Regem Angelorum:
Refrain:
Venite adoremus,
Venite adoremus,
Venite adoremus Dominum!
Deum de Deo,
Lumen de lumine,
Deum verum,
Genitum, non factum:
(...)Significado do Natal
Irrita-me um bocado que o verdadeiro significado do Natal não esteja dentro de nós. Pensamos em compras, consumismo, prendas, abundância à mesa..... e depois veêm as acções de solidariedade.
No outro dia ouvi nas notícias, que os portugueses este ano ajudaram mais na campanha do Banco Alimentar.... pois então eu pergunto, não há pobres o ano inteiro?! Porque é que somos hipócritas e fingimos que quem não têm nada é importante para nós...... se assim fosse, o Natal era todo o ano, ajudávamos na medida do possível, fazíamos campanhas ao longo do ano e não tirávamos uns dias para ajudar, para fingir que estamos de coração aberto ou que nos preocupamos.
No outro dia ouvi nas notícias, que os portugueses este ano ajudaram mais na campanha do Banco Alimentar.... pois então eu pergunto, não há pobres o ano inteiro?! Porque é que somos hipócritas e fingimos que quem não têm nada é importante para nós...... se assim fosse, o Natal era todo o ano, ajudávamos na medida do possível, fazíamos campanhas ao longo do ano e não tirávamos uns dias para ajudar, para fingir que estamos de coração aberto ou que nos preocupamos.
Nós, cada um dos indivíduos que constitui esta sociedade, só queremos saber de nós próprios, de satisfazer os nossos caprichos, o Natal, é o expoente máximo dos efeitos de materialização em que a nossa sociedade se transformou, substituiu os valores humanos, a bondade, a humildade, o amor, por bens materiais...esses sim ocupam o nosso coração.....
No entanto, ainda tenho esperança, aguardo que haja quem pense como eu e no verdadeiro significado do Natal todo o ano, fazer do espiríto que nos assola nessa época, o pão nosso de cada dia..... afinal o Natal não é mais que poder estarmos reunidos com uma mesa diferente, a conversar e a rir.... o Natal na minha casa é todos os dias!!!!!!
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