Voltei a ser aquela criança pequena que um dia conheceste carente, insegura, medrosa. Isto porque não te tenho a ti para me protegeres com as tuas garras de leoa assanhada.
Era tão bom quando andávamos de mãos dadas, e quando tu refilavas comigo por eu estar muito tempo à janela.
Tenho medo de perder um dia a memória deste meu passado contigo, choro com medo da impossibilidade da saudade se tornar uma diária da nossa relação.
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